segunda-feira, maio 31, 2010

Tudo que eu queria te dizer

"Eu me flagrei pensando em você
em tudo que eu queria te dizer
em uma noite especialmente boa
não há nada mais que a gente possa fazer
Eu vou fazer tudo o que eu puder"

Resposta de e-mail

Éé, antes de ver o e-mail eu e ele tinhamos conversado e ele me contou o que tinha acontecido! Disse que tá bem, no sentido de bastante aliviado!
Realmente eu tive uma conversa com ele semana passada e dei maaaior apoiozão pra ele te chamar pra sair, pra comer em algum lugar, ir te deixar em casa... essas coisas, para quem sabe, vcs conseguissem se resolver e caso contrário, talvez fosse realmente a hora de deixar isso um pouco quieto.
Eu continuo acreditando, que realmente certas pessoas não nascem só pra ser amigos, que existe um amor 'superior' que acaba alcançando todas as dimensões, ao ponto de você não conseguir distinguir se gosta daquela pessoa só como amigo ou só como 'homem', você simplesmente sabe que ama, independente de qualquer coisa, com os defeitos e imperfeições, sabe que quer o bem daquela pessoa em qualquer circunstância, conhece os mínimos detalhes, e como tu falou, nem a respiração passa despercebida. Quando a gente se dá conta de que as coisas quase imperceptíveis pros outros trazem uma tonelada de significado pra gente, é aí que a gente se dá conta, também, de como e quanto queremos bem aquela pessoa. E eu acredito que esse seja o tipo de amor de vocês, o amor de verdade!
Agora foi dado o ponto final, ou pelo menos reticências, nessa parte 'semi-casal' 'paquerinha' 'projeto de projeto de namorados' de vocês e é a hora de levar com a parte 'só amigos' sabendo que no fundo, no fundo, sempre vai existir mais alguma coisa. FATO! Por mais que se diga que não, que arranjem outras pessoas, que o desejo não seja o mesmo... VAI EXISTIR SEMPRE!
Como o Follz falou, eu me baseei (bebel baseada, hein? ;}) um pouco na minha experiência com Dani Boy pra falar o que falei pra vocês. Acontece que de quinta pra sexta feira eu e Dani Boy tivemos uma conversa e ele tomou a iniciativa de 'terminar', atitude para qual sempre me faltava coragem, por mais que as vezes houvesse o desejo. Com a gente, essa confusãozinha de não saber o que estavamos fazendo direito também estava consumindo, chateando e atrapalhando e deixou de fazer sentido estarmos juntos, daquele jeito.
No dia seguinte eu fiquei com uma ponta de tristeza, mas era bem diferente, não era aquela vontade desesperadora de chorar, não era aquilo de 'AAAH, TERMINOU, ELE NÃO GOSTA DE MIM, VOU FICAR SOZINHA'. Não, nada disso! Foi uma tristeza comedida, que era suficiente pra encher os olhos d'água, mas insuficiente pra me fazer chorar. Talvez tenha sido assim porque era uma coisa já esperada, só não se sabia o dia exato que ia acontecer. Como ele falou 'daquele jeito a coisa estava fadada a não dar certo'. E bem, nosso ponto final ou reticências também foi dado. Voltando a falar da tristezinha que me bateu, eu pude perceber que era devido não taanto pelo final do 'ficouro' em si (claro que por isso também!) mas principalmente porque eu sabia que a partir dali, a convivência com a qual me acostumei por quase 4 anos não existiria mais. Não era mais aquela coisa do colégio que por mais que a gente dicutisse, brigasse, eu namorasse com alguém, ou ele namorasse... a gente se resolveria, pela força da convivência. Acho que a saudade é que vai ser a verdadeira dor disso tudo. Acho, ainda, que a gente pode ter ficado tanto tempo juntos e enrolados pelo medo de, no final das contas, nos separar. Com tantos "vai e vem's" esse foi mais um 'vai' e dessa vez não se sabe como e se vai existir o 'vem'. Só cabe a nos, agora, levar nossas vidinhas.
E se minha opinião ainda vale alguma coisa em relação a Big e Wolla, acho que vocês ainda têm alguns "vem's" pela frente...
Beijos
Saudades

terça-feira, maio 25, 2010

De volta pro meu aconchego

Bem, depois de um bom tempo fugindo das palavras, volto por necessidade de falar, o que só se consegue através dessas tais.
Eu tenho tanto pra te falar, mas uma mudez sempre me pega desprevenida e eu acabo pensando calada.

Olhar a cada minuto pro relógio, para poder ver horas e minutos iguais pra ter o pequeno alívio de acreditar que você está também pensando em mim, que as horas incessantes que eu passo pensando em você não são unilaterais. Não, não estou falando da velha paixãozinha (ou estou?), estou falando da dúvida que tudo isso me causa e uma dúvida sempre aflige a gente.

Perguntas são assim, folgadas! Abrimos a porta pra uma e 'lá vem!' uma fila enorme com outras delas, acompanhando, furando fila, de penetra. E tente não procurar uma resposta! Elas te pertubarão até chegar o cansaço, mas no dia seguinte, lá estão elas... várias interrogações, de todas as cores, tamanhos, larguras...

Sabe, eu gosto de você assim, me lembro desde os primeiros contatos até o ultimo encontro fugido de casa. Nesse intervalo muita, mas muita coisa aconteceu. E hoje só resta a dúvida de como vai ser daqui pra frente.
Eu queria ter coragem pra te falar tudo, tudo o que tem dentro de mim, tudo o que passa nessa minha cabeça que insiste em te ter dentro dela a todo minuto.

E agora? Cadê as palavras? Já começaram a fugir, como sempre fazem quando eu tento falar o que é isso que eu sinto...