terça-feira, maio 25, 2010

De volta pro meu aconchego

Bem, depois de um bom tempo fugindo das palavras, volto por necessidade de falar, o que só se consegue através dessas tais.
Eu tenho tanto pra te falar, mas uma mudez sempre me pega desprevenida e eu acabo pensando calada.

Olhar a cada minuto pro relógio, para poder ver horas e minutos iguais pra ter o pequeno alívio de acreditar que você está também pensando em mim, que as horas incessantes que eu passo pensando em você não são unilaterais. Não, não estou falando da velha paixãozinha (ou estou?), estou falando da dúvida que tudo isso me causa e uma dúvida sempre aflige a gente.

Perguntas são assim, folgadas! Abrimos a porta pra uma e 'lá vem!' uma fila enorme com outras delas, acompanhando, furando fila, de penetra. E tente não procurar uma resposta! Elas te pertubarão até chegar o cansaço, mas no dia seguinte, lá estão elas... várias interrogações, de todas as cores, tamanhos, larguras...

Sabe, eu gosto de você assim, me lembro desde os primeiros contatos até o ultimo encontro fugido de casa. Nesse intervalo muita, mas muita coisa aconteceu. E hoje só resta a dúvida de como vai ser daqui pra frente.
Eu queria ter coragem pra te falar tudo, tudo o que tem dentro de mim, tudo o que passa nessa minha cabeça que insiste em te ter dentro dela a todo minuto.

E agora? Cadê as palavras? Já começaram a fugir, como sempre fazem quando eu tento falar o que é isso que eu sinto...

Nenhum comentário: